Bases grandes e desorganizadas
Volume alto sem critério de prioridade ou qualidade.
O Monitor recebe a lista antes da equipe, encontra contatos repetidos, aplica as regras definidas pela empresa e separa quem realmente deve ser abordado.
O Monitor de Processos é o sistema da AsserTech para preparar grandes bases de contatos antes da abordagem. Ele recebe a base, confere os registros, identifica duplicados, aplica os critérios definidos com a operação, separa os contatos por segmento e mostra o andamento desse tratamento. É indicado para operações que recebem listas extensas com frequência e hoje gastam tempo da equipe com contatos repetidos ou fora do perfil. O produto é desenvolvido e mantido pela AsserTech e costuma anteceder o CRM, que passa a acompanhar o relacionamento depois do primeiro contato.
Volume alto sem critério de prioridade ou qualidade.
O mesmo contato aparece mais de uma vez, gerando abordagens repetidas.
Sem regras claras para decidir quem deve ser contatado primeiro.
Tempo da equipe gasto em contatos que não deveriam estar na lista.
Não há registro do que já foi feito com cada contato da base.
É nessa etapa que a lista bruta vira um conjunto de contatos organizados pelos critérios que a própria operação definiu.
As regras da operação orientam a validação, a qualificação e a segmentação dos contatos.
A equipe recebe contatos organizados por segmento, em vez de trabalhar diretamente na base bruta.
A base entra no processo de tratamento.
A operação informa as regras relevantes para qualidade e prioridade.
O Monitor valida, segmenta e qualifica os registros conforme os critérios.
O andamento fica visível até a base estar preparada para abordagem.
A base é recebida para tratamento.
Registros são conferidos e duplicados são identificados.
Regras definidas com a operação são aplicadas à base.
Os contatos são separados por segmento.
Cada contato recebe uma qualificação de acordo com os critérios aplicados.
O andamento do tratamento da base fica visível ao longo do processo.
A equipe aborda quem já passou pelos critérios definidos, não a base inteira.
Registros duplicados podem ser identificados antes de a lista chegar ao time de abordagem.
A segmentação indica por onde começar, em vez de uma lista sem critério.
Quanto maior a lista e mais frequente a chegada de novas bases, mais o tratamento manual deixa de ser viável.
Times que recebem ou compram bases extensas e precisam tratá-las antes de qualquer abordagem.
Vários times ou consultores trabalhando a mesma base, exigindo segmentação clara por critério.
Operações que recebem novas bases com frequência e precisam de um processo repetível de tratamento.
Antes de tratar uma base, a AsserTech define com a equipe quais regras determinam qualidade, prioridade e segmentação. O Monitor aplica esses critérios nas etapas de recebimento, validação, segmentação, qualificação e acompanhamento.
Volumes, fontes de dados e integrações são avaliados operação por operação.
“Processos” aqui significa o tratamento aplicado à base — e não projetos, processos judiciais ou monitoramento de equipamentos.
O Monitor prepara e qualifica bases; o relacionamento contínuo com o cliente é organizado pelo CRM.
Não é uma ferramenta de tarefas ou cronogramas de equipe.
Não acompanha atividade de colaboradores ou dispositivos.
O nome "processos" se refere aos processos operacionais de tratamento da base, não a processos jurídicos.
Não. Os dois atuam em momentos diferentes: o Monitor trata a base antes do contato e o CRM acompanha o relacionamento depois que a conversa começa.
A própria operação, junto com a equipe da AsserTech. São as regras da empresa que dizem o que torna um contato adequado ou prioritário.
Sim. O tratamento parte da base enviada pela operação. Volume, formato e o que se aplica ao seu caso são avaliados na conversa inicial.
Sim. Cada etapa fica visível: recebimento, validação, aplicação de critérios, segmentação e qualificação dos registros.